A nossa história

Antes de ser uma plataforma,
o Schoop nasceu de uma necessidade.

Numa escola há sempre histórias, projetos e ideias a acontecer. O problema é que nem sempre chegam a quem está mesmo ao lado. O Schoop começou com uma pergunta simples: como fazer com que toda a comunidade saiba o que aconteceu, o que está a acontecer e o que vai acontecer?

O problema

Uma escola cheia de histórias que nem sempre chegavam a todos.

Um curso desenvolvia um projeto durante meses e a maior parte da escola nunca chegava a saber. Um clube organizava uma atividade que só chegava a uma parte dos alunos. Trabalhos bons ficavam guardados dentro de uma sala de aula.

As pesquisas e os trabalhos de investigação feitos pelos alunos não tinham um espaço próprio para chegar à comunidade. Os eventos sabiam-se tarde, ou só de boca em boca. A informação existia — andava era espalhada por cartazes, grupos de conversa, e-mails e páginas separadas.

Não faltava atividade à escola. Faltava um sítio onde tudo isso pudesse ser visto em conjunto: o que já tinha acontecido, o que estava a acontecer e o que vinha a seguir.

A escola produzia muito mais do que aquilo que conseguia mostrar.
A ideia

Mais do que publicar, era preciso ligar pessoas.

A ideia nunca foi só fazer um site de notícias da escola. Era criar um ponto comum onde os alunos pudessem participar, os professores pudessem acompanhar, diferentes cursos colaborassem e os projetos, os trabalhos e as pesquisas ganhassem visibilidade.

Um lugar onde toda a comunidade tivesse uma visão mais completa da vida da escola — e não apenas da parte que lhe calhava ver.

O jornal foi o ponto de partida, não o destino.
PAP
A PAP

Da ideia a uma plataforma real.

A ideia foi proposta como Prova de Aptidão Profissional (PAP), no curso de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos. Foi a oportunidade de a transformar em algo que a escola pudesse mesmo usar no dia a dia, e não apenas uma maqueta.

O ponto de partida foi um jornal escolar online pensado como plataforma dinâmica e interativa: um espaço para partilhar trabalhos, pesquisas, reflexões e notícias, e para juntar diferentes formatos mediáticos — texto, imagem e podcasts — no mesmo lugar.

Já nessa versão havia a ligação à rádio escolar: sugestões de músicas, acompanhamento do que tinha sido transmitido e uma forma de os alunos participarem. Por trás de tudo estava a mesma intenção — trabalhar competências digitais e de comunicação, dar aos alunos voz ativa e tornar a comunidade escolar mais coesa.

Uma escola inteira a criar

O projeto nunca foi só programação.

A tecnologia era apenas a base. O conteúdo vinha da escola — de pessoas de diferentes cursos e áreas que passaram a contribuir para o mesmo projeto, quase como uma redação.

Redação e jornalismo

Notícias, entrevistas, reportagens e textos produzidos a partir do que acontecia na escola.

Imagem e multimédia

Fotografia, edição, design e conteúdos visuais para dar outra dimensão às histórias.

Vídeo

Cobertura de atividades, projetos e momentos da comunidade escolar.

Pesquisa e ciência

Divulgação de pesquisas, trabalhos e artigos científicos produzidos pelos alunos.

Projetos e cursos

Um espaço para mostrar aquilo que era criado nas diferentes áreas e cursos.

Comunicação e divulgação

Organização e distribuição da informação para que os conteúdos chegassem a mais pessoas.

Cada área tinha algo para acrescentar.

O programador não tinha de escrever tudo. Quem escrevia, escrevia. Quem trabalhava imagem, editava. Quem fazia vídeo, produzia. Quem investigava, publicava. Quem organizava projetos, divulgava-os. Essa lógica de colaboração é uma das ideias que continua no Schoop de hoje.

A ideia sai da escola

A ideia saiu da sala de aula.

O projeto foi apresentado no PAPTICE, promovido pela ANPRI, onde a proposta ficou documentada publicamente.

Participou também na 11.ª edição do Sitestar.PT, onde alcançou o 3.º lugar no Escalão 2, categoria Escola Mais Digital.

O passo decisivo

A necessidade não terminava nos portões de uma escola.

Ao mostrar o projeto fora da escola, ficou claro que o problema era partilhado. Outras escolas tinham jornais, clubes, rádios, podcasts, projetos, trabalhos de ciência e ecrãs nos corredores — e, tal como aqui, tudo isso vivia espalhado por plataformas diferentes.

Foi aí que a ideia começou a mudar de escala: de um projeto para uma escola, para algo pensado para servir várias.

A origem do nome

school + scoop = schoop

Um nome feito de escola e histórias.

School representa o lugar. Scoop representa aquilo que merece ser descoberto e contado — uma história, uma descoberta, uma notícia relevante.

Juntos, dão nome às histórias que nascem dentro da escola.

Schoop hoje

Uma plataforma de gestão de conteúdos e comunicação escolar.

A tecnologia mudou. O princípio não.

Hoje o Schoop reúne vários canais no mesmo lugar — mas nenhum deles existe por si só. Existem todos pelo mesmo motivo que deu origem ao projeto: fazer a informação circular dentro e fora da comunidade escolar.

  • Jornal Escolar
  • Podcasts
  • Rádio
  • TV / Monitores
  • Montra de Trabalhos
  • Espaços
  • Newsletters
  • Analíticas
  • Redes Sociais
  • e outros canais que venham a surgir
No início

Jornal + Podcasts + Rádio

Hoje

Uma plataforma integrada de gestão de conteúdos e comunicação escolar.

A tecnologia mudou. A ideia continua a mesma.

Dar voz às pessoas que fazem a escola e fazer com que aquilo que acontece nela chegue mais longe.